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Actualizada em
14/01/14
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Avança reforma da negociaçom coletiva

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Junho 2011

Umha trás outra, as vitórias históricas da classe obreira vam minguando ao abeiro das negociaçons dos chamados representantes sociais. Patronal e sindicatos amarelos espanhóis continuam a desenhar o futuro panorama sociolaboral do Estado condicionados pola ausência plena de pressom sindical graças às permanentes negativas de Toxo, Méndez e companhia a qualquer resposta popular de iniciativa própria que suponha tensionar o artificial clima de paz. As greves gerais nom som parte do programa tático de CCOO e UGT, e nom se cansam de repeti-lo para prazer e escárnio do Capital.

Na Galiza, embora a representaçom sindical seja distinta ao resto do Estado, a carência de soberania política inclui-nos fatidicamente no programa de patos e acordos que sistematicamente venhem assinando os amos e senhores da nossa voz: um grupo de grandes capitalistas representantes da patronal espanhola e um outro grupo de sindicalistas de elite. Nom é por acaso que seja precisamente nestes anos de maior precariedade vital do povo trabalhador quando mais cessons estamos a fazer de maos desta camarilha. É hoje quando se demonstra o que significa umha ditadura do capital: em época de crise, a crise pagamo-la nós, porque o poder o tenhem eles. Partem e repartem.

Como já advertiamos nos últimos meses, a negociaçom coletiva é o alvo dumha nova reforma em curso. Desta volta, a patronal está a fazer o jogo de ir tam longe que cenifica umha falsa rutura na negociaçom. Porém, o PSOE terá umha soluçom singela: aplicar o programa de mínimos que defendem os sindicatos (e seguramente a patronal), e avançar assim nas mudanças sem oposiçom da maioria sindical dando a entender que CCOO e UGT nos salvárom de algo pior.

Categorias antes pouco comuns na nossa linguagem ordinária devem cobrar agora umha releváncia importante se quigermos explicar o que estamos a perder com esta nova reforma. O descolgamento salarial, o laudo obrigatório, a modificaçom unilateral das condiçons de trabalho... vam ser temas mui importantes para a juventude obreira.

Manteremos-vos informad@s .