BRIGA, organizaçom juvenil da esquerda independentista

Loja Virtual
Arquivo Gráfico
correio-e:
Compartilhar
Actualizada em
14/01/14
novas

Estatísticas revelam dura realidade para a juventude galega

imagem

Campanha Rebelar-se no presente. Revelar o futuro.

Janeiro 2012

Baixastaxas de emancipaçom juvenile baixos ingressos salariais

Parteda juventude é forçada à emigraçom e,umha outra nom tem capacidade para sair do leito familiar. Asestatísticas que indicam a relaçom de jovens que nom seemancipárom revelam que 59% d@s jovens entre 18 e 34 anosviviam com os pais no ano 2010, representando quase 164000 jovensentre 18 e 24 anos, 90.2% d@s jovens para esta faixa de idade, e porvolta d@s 175000 jovens entre 25 e 34 anos, com 44.5% de incidência.Cabe salientar que jovens dos concelhos menos populosos tenhem maiordificuldade para emancipar-se, até 8 pontos percentuais dediferença respeito a taxa de emancipaçom médiapara jovens de 18 a 34 anos que moram nas grandes cidades, situada em59%.

Analisandoo nível de ingressos salariais d@s jovens que vivem com ospais determina-se que nom é possível tal emancipaçompolos baixos salários que se percebem. Jovens galeg@s entre 18e 29 anos ingressam 630€/mês de média, quantidadeinferior ao SMI, congelado para este 2012 em 641.40€, polo que apercentagem de salário que destinariam a pagar um aluguermédio na Galiza ultrapassaria os 50%.

Afaixa etária que analisa o IGE alarga-a até os 34 anos,polo que o salário médio ascende até os 790€mensais. Ainda assim, o mito d@s "mileuristas" estendidopolos meios de propaganda do sistema mediante o qual afirmam que amaioria da juventude atual cobra 1000€/mês é umharotunda falácia, já que é só umhaminoria, 17% das pessoas de 18 a 34 anos, que chegam a essaquantidade.


Desempregoe precariedadelaboral

Astaxas de desemprego de jovens entre 25 e 29 anos atingem 24.5% eascendem até os 37.8% na faixa dos 18 aos 24 anos. Por outraparte, jovens que trabalham fam-no na sua maioria com contratos quenom chegam ao ano de duraçom, 65.9% de jovens assalariad@sentre 18 e 24 anos, umha percentagem que desce aos 48% para @strabalhadores/as entre 25 e 29 anos.