BRIGA, organizaçom juvenil da esquerda independentista

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Actualizada em
14/01/14
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UE oferece à juventude mirar por emprego noutras latitudes

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Campanha Rebelar-se no presente. Revelar o futuro.

Janeiro 2012

Nas últimas semanas informamos das altas taxas de desemprego que sofre a juventude trabalhadora galega. Este já nom é um problema das decadentes Grécia, Portugal, Irlanda ou Espanha. Agora é um drama em expansom que está a provocar reaçons a nível comunitário por parte da classe política interveniente nos organismos interestatais, onde as espetaculares cifras de desemprego juvenil colocam-se polo seu peso próprio nas agendas dos burocratas.

Em destaque estám no nosso país vizinho as posturas adoptadas por dous altos cargos. O secretário de Estado de Juventude e Desporto encorajou aqueles que tenhem estudos universitários a marchar do país em procura dum futuro melhor. E o próprio primeiro ministro, Passos Coelho, tem instado o professorado a solucionar a sua miséria procurando vagas nos novos destinos vitais de recomendaçom oficial: Brasil ou Angola. Valha esta imagem dos movimentos migratórios na lusofonia para perfilarmos o atual estado de cousas no primeiro mundo capitalista. O objetivo da burguesia: colocar a mao de obra em territórios com condiçons socio-laborais muito mais atrasadas que as conquistadas nalguns países da Europa, condenando os estados da Uniom a reformular a sua legislaçom laboral para poder competir com o "terceiro mundo" escravagista.

Lembremos que mais de 10.000 jovens galeg@s abandonam aualmente o nosso país, já de por si demograficamente ferido, para encontrar emprego. Umha média aproximada de 30 jovens ao dia. Umha sangria que coloca o futuro do país no gume da navalha. E os responsáveis em alimentar a emigraçom como "saída natural", no alvo do furacám da juventude rebelde.

O comisário de Emprego László Andor tampouco andou com panos quentes. Sem mencionar a que países se referia, foi suficientemente eloqüente sugerindo procurar "oportundiades noutros países" à mocidade em crise.