BRIGA, organizaçom juvenil da esquerda independentista

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Actualizada em
14/01/14
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95% de temporalidade juvenil desmente reformas burguesas

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Campanha Rebelar-se no presente. Revelar o futuro.

Fevereiro 2012

Segundo um estudo recente a atual crise sistémica do capitalismo torna o emprego na CAG (Comunidade Autónoma Galega) quase na sua totalidade eventual e precário. Os dados da própria imprensa burguesa, sempre com tendência à baixa, revelam que 95% dos contratos no nosso país som temporais. Segundo o Serviço Público de Emprego, na Galiza autonómica assinárom-se 2.236 contratos indefinidos e 43.367 temporais no último mês. E somos as e os jovens quem sofremos mais as consequências desta realidade: insegurança e instabilidade que impede a nossa emancipaçom, salários mais baixos se calhar, e piores condiçons laborais dentro do contexto de perda agressiva e continuada que está a padecer a classe trabalhadora galega.

Os meios sistémicos ainda tenhem o valor de perguntar-se se a nova reforma laboral suavizará ou acrescentará está situaçom. A juventude galega sabe já a resposta pois nas suas próprias condiçons de vida o está a constatar diariamente. A nova reforma laboral, como analisamos, é agressiva para a nossa classe, mas ainda mais para jovens e mulheres. A juventude temos que suportar contratos precários e eventuais ou condenar-nos à emigraçom. Com este novo ataque em forma de reforma laboral, os e as jovens menores de 30 anos pagaremos o nosso próprio subsídio por desemprego e ficará a total disposiçom do empresário a nossa força de trabalho, sem nengum tipo de impunidade. Já nom há carreiros aos que acolhermo-nos, o patronato decidirá se amplia num ano o nosso contrato em práticas, podendo despedir nesse mesmo período de tempo sem justificaçom algumha.

De BRIGA insistimos na necessidade de que a juventude se auto-organize e, através dos alicerces da consciência de classe, saia à rua a exigirmos os nossos direitos roubados a grande velocidade. É na rua onde se conquista a soluçom, é na rua onde conseguiremos a independência, o socialismo e o feminismo que acabe com a nossa exploraçom.

AVANTE A GREVE GERAL!