BRIGA, organizaçom juvenil da esquerda independentista

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Actualizada em
14/01/14
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Hoje é o Dia da Classe Obreira Galega

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Campanha Rebelar-se no presente. Revelar o futuro.

Março 2012

10 de março 1972-2012, a classe obreira galega em pé

O Dia da classe obreira galega é um dia de lembrança dos muitos homens e mulheres -entre eles os operários dos estaleiros ferrolanos Amador e Daniel- que ao longo da história dérom o melhor da sua vida luitando pola dignidade da nossa classe.

É um dia de reinvindicaçom. Naquele ano 1972 a classe obreira galega reconheceu a sua própria singularidade e acordou que tinha que agir e defender-se por si própria do capitalismo selvagem que nos nega como pessoas e nos reduz a simples mercadorias. Começou a autoorganizaçom dos e das operárias galegas dumha completa identificaçom com a naçom galega e onde a juventude trabalhadora jogou um papel muito destacado neste imprescindível processo de tomada de consciência.

Mesma luita, mesm@s protagonistas

Evidentemente em quarenta anos muitos aspetos da realidade económica e social mudárom, mas em essência, a luita de classes continua mais viva do que nunca. Em março do 1972 muitas e muitos daqueles jovens que luitavam ativamente nas ruas das nossas cidades por mais e melhores direitos laborais, hoje vem como somos @s seus/suas filh@s quem devemos luitar agora contra o desemprego crescente ou contra a emigraçom à qual nos vemos forçad@s ante a ausência de perspetivas viáveis de futuro.

A insaciável fame de benefício do empresariado pressiona aos governos títeres de turno a adotar medidas que atentam contra os direitos sociais e laborais que adquirimos em anos de luita. A juventude trabalhadora e popular fica especialmente desprotegida ante um patronato voraz que só vê em nós mao de obra barata e fácil de domesticar. A última reforma laboral aprovada 9 de março polo Partido Popular assim o demonstra: contratos lixo e miseráveis até os 30 anos e inumeráveis bonificaçons para as empresas que nos contratarem.

29 de março: a juventude rebelde com a greve geral

A juventude galega temos por diante umha dura realidade com altos índices de desemprego -por volta de 25%, que representam 70000 jovens menores de 29 anos-, altas taxas de temporalidade contratual -66% de jovens assalariad@s entre 18 e 24 anos-, salários que nom alcançam o SMI, baixas taxas de emancipaçom, etc.

Ante esta situaçom so há umha resposta: a luita organizada contra o capital. A juventude rebelde tem que organizar-se politicamente para travar umha luita consciente contra quem nos oprime e domina. Também tem que organizar-se sindicalmente no sindicalismo nacional e de classe para defender-se de quem nos explora nos centros de trabalho.

A juventude rebelde tem que ser parte ativa na jornada de luita -a greve geral- convocada para o vindouro 29 de março com o objetivo de lograr deter as ánsias depredadoras do patronato e os seus governos lacaios.


VIVA A CLASSE OBREIRA GALEGA!
Mural em Compostela

Mural em Compostela

Mural em Teis, Vigo

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