BRIGA, organiza�om juvenil da esquerda independentista

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Actualizada em
14/01/14
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Jorquera, Vázquez e Feijó fam finca-pé na presunçom de inocência dos detidos

imagem Setembro 2012

Nom. Nom nos referimos aos independentistas detidos o fim-de-semana. Desgraçadamente, com eles houvo umha atitude bem distinta. O destaque para o apoio às pessoas detidas na operaçom "Pokemon" contra a fraude, malversaçom e abuso de poder nalgumhas administraçons do país a instáncias dum julgado luguês tem concentrado mostras de apoio das três forças políticas parlamentares. Nom eludírom manifestar-se surpreendidos como amigos, nalgum caso, das pessoas encausadas.

Feijó dixo: Como representante político, sempre (sic) defenderei a presunçom de inocência das pessoas detidas.
Jorquera dixo: Ao contrário do que outras pessoas que fam campanha eleitoral com o assunto, o BNG nom vai entrar a julgar as pessoas detidas até que a justiça atue.
Vázquez dixo: Nom tenho mais informaçom que vocês. Nom sei que aconteceu. Em qualquer caso tenho plena confiança em Paco (referindo-se ao alcaide de Ourense, do seu partido) e a sua presunçom de inocência.

Fechar filas à volta dos direitos de alcaides, técnicos municipais de urbanismo, algus empresários ou outros cargos administrativos e políticos parece a regra consensuada polo tridente PPSOE-BNG para proteger-se dos permanentes casos de corrupçom que os salpicam.

Acusar sem provas, elaborar complexos esquemas sociológicos globais dumha opçom política como a independentista, atemorizar a populaçom, utilizar grandes investimentos mediáticos em pseudofilmes de açom, criminalizar as mostras de apoio e categorizar como cumplicidade a ternura cara aos presos e as suas famílias, companheiros e amizades, ignorar as denúncias de maus tratos e consentir a aplicaçom de verdadeiras leis criminais, como a antiterrorista que permete a permanência nas jaulas do Estado de pessoas sem serem julgadas ao longo de vários anos ou dias isolados e sem cobertura jurídica algumha em maos das forças de repressom... Isto é a regra quando os detidos som jovens que nom utilizam o poder vigente para proveito próprio, e que operam em diversos movimentos de resistência, desde a humildade, a entrega e a coragem de saber-se perseguidos.

Seja quando AGIR fai boicotes na universidade, quando BRIGA ou AMI pretendêrom ser ilegalizadas pola Guardia Civil, ou quando se acusa militantes galegos de pertença a banda armada, para todos e todas nós a receita é a mesma, polos mesmos, e sempre.

Por isso de BRIGA manifestamos o mais profundo nojo por este putrefato grupo de gestores dos interesses dos poderosos (autoproclamados políticos), que atuam nas situaçons penais com idêntico guiom, mas diferente receita. Umha para quem atuam desde a gestiom burguesa constituida utilizando as suas ferramentas de poder em benefício próprio, e umha outra para quem atuamos sem procurarmos benefício pessoal algum e à margem de qualquer poder reconhecido.

BLOQUE, PSOE, PP, A MESMA MERDA É!