BRIGA, organizaçom juvenil da esquerda independentista

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Actualizada em
14/01/14
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Sim à imersom lingüística em galego

imagem Dezembro 2012

A juventude galega nom botava em falta as suas bravatas. Nem as necessitamos, nem nos solucionam nada. Mas Paco Vasques é umha lambonada irresistível para a caverna mediática parapetada na RTVG.

Passaram meses e tivo que aparecer o orgulhoso fascista ex-alcaide da Corunha para acusar de "nazistas" quem apostamos na imersom lingüística. Referia-se, nom obstante, ao principado de Catalunha, pois aqui tal política educativa existe, mas na versom espanhola que realmente admira o autocompracido corsário da ideologia nacionalcatólica herdada do franquismo também polo PSOE.

A juventude galega conhece bem de perto, demasiado bem, quais som as conseqüências da imersom lingüística. Em espanhol. No caso das cidades e muitas vilas, temos de professorado umha maioria dramaticamente incompetente no idioma próprio.

E também, ainda que sem ter menor gravidade, sabemos da terrível dependência que umha normativa de grafia espanhola ocasiona na percepçom da sociedade mais nova, outorgando ao galego um papel isolado no mundo, quando nom meramente subsidiário e dialetal do espanhol.

Há anos já que a esquerda independentista galega, através da sua frente estudantil, tem categorizado a escola como a principal máquina espanholizadora do país. Em definitivo, umha banheira de imersom profunda no espanhol que nom escatima em resultados: a populaçom juvenil galega é muito mais competente no idioma do estado que no do país. Muit@s nem estudárom galego. Outr@s nom se importam com fazê-lo. E de forma apenas ritual devemos acreditar o seu conhecimento.

A reforma da educaçom posta em andamento polo ministro Wert tem ocasionado múltiplas respostas críticas. E continuará-o a fazer. Algumhas delas focam-se sobre a questom idiomática, prevendo-se a derrogaçom das vias de imersom em línguas minorizadas, malia serem recomendadas repetidamente polo Conselho de Europa. No caso da Galiza, o desvio estratégico de Feijó pola desgaleguizaçom das aulas através do último decreto, liga à perfeiçom com o propósito de dar mais um pulo ao espanhol num tira-puxa com outros idiomas reconhecidos do estado.

A batalha entre o espanhol e as línguas cujos povos Espanha pretende subjugar continua. E de BRIGA, que fai parte dessa batalha em favor do galego na Galiza, reiteramos que a nossa luita é por umha escola 100% em galego, onde as línguas estrangeiras, entre elas o espanhol, tenham a consideraçom devida como parte da formaçom nom só de futur@s lingüistas, intérpretes ou tradutores/as, mas também da imediata formaçom em cultura geral de todo o alunado.