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Actualizada em
14/01/14
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5 anos de crise: a Galiza espanhola de Feijó continua destruindo emprego

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Dezembro 2013

A suba no desemprego em Galiza durante o mês de outubro nom agocha nada: mostra clarissimamente a incapacidade do sistema para regenerar-se. Apenas mais pobreza para a classe trabalhadora, que acumula já 5 anos de desmantelamento de serviços públicos e destruiçom e pioramento do emprego.

Nom devemos esquecer que quando se tenhem alcançado cifras tam elevadas de desemprego, e no caso do nosso país, a maiores, multidons tenhem emigrado para procurar afora um futuro melhor, é difícil que nalgum momento as estatísticas oficiais nom comecem a mostrar umha inversom na tendência. Este ponto de inflexom é utilizado pola burguesia como reclamo de eficiência, mesmo quando ainda nom se tem produzido.

Nom podemos esquecer perguntar-nos que é o que se recupera quando as estatísticas macroeconómicas advirtem dumha possível recuperaçom. Após umha brutal reforma laboral, com um sacrifício quotidiano inumano por parte das classes populares, e com a aplicaçom de regressivas políticas em serviços públicos básicos e em direitos e liberdades, mais umha nova reforma laboral é anunciada para os próximos meses. Horas sem pagar, empregos instáveis, horários caóticos, jornadas intermináveis, recortes de pessoal, abuso de poder, chularia machista, proibiçom do uso da nossa língua, etc. Recuperamos o pior da exploraçom capitalista.

Entretanto, ricachons de estirpe tenhem aumentado a sua parte do reparto de riqueza, as grandes empresas aumentam benefícios, os bancos e as entidades financeiras indigestam-se com injeçons monetárias, a fenda entre ricos e pobres aumenta, capitalistas em auge abrem-se passagem em setores que se privatizam...

A juventude medra com taxas de desemprego e índices de precariedade que nos antecipam umha vida em que teremos que privar-nos até para garantir-nos umha pensom. Galiza perde setores produtivos referenciais e conserva a sua parálise na divisom internacional da produçom, com uns dirigentes ancorados no servilismo a Madrid e Bruxelas, sem mentalidade de país.

Temos que recuperar o orgulho de luitar. Por umha Galiza ceive, socialista e feminista.

CONTRA O DESEMPREGO E A MISÉRIA, LUITA OBREIRA!