BRIGA, organizaçom juvenil da esquerda independentista

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Actualizada em
14/01/14
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AGIR fai público o seu posicionamento sobre o paro estudantil do 8 de Novembro

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Novembro de 2006

AGIR, organizaçom estudantil da esquerda independentista, vem de fazer público o seu posicionamento arredor do paro estudantil do 8 de Novembro, finalmente convocado em solitário pola Mesa pola Normalizaçom Lingüística.

Polo seu interese, reproducimos na íntegra o comunicado da organizaçom estudantil, aderindo ao chamamento para superar qualquer sectarismo neste tipo de convocatórias para assim potenciar espaços plurais de colaboraçom desde os que relançar a defesa da língua nos centros de ensino.

8-N, crónica dum desencontro

Mau exemplo para todas e todos @s que luitamos pola galeguizaçom da ensino o acontecido nas últimas semanas arredor do paro estudantil o 8 de Novembro, que finalmente organizará em solitário a Mesa pola Normalizaçom Lingüística por causa do frustrado propósito inicial de involucrar a outras organizaçons, concretamente Galiza Nova e os CAE.

AGIR apesar de ser mais umha vez excluida da convocatória inicial, da que teóricamente participavam A Mesa, Galiza Nova e os CAE, tentou superar o isolamento forçoso, transladando o nosso malestar primeiro através dum escrito enviado a meados do mês de Outubro e depois numha reuniom mantida com representantes da Mesa, na que manifestamos a nossa aposta polo encontro e a coordenaçom aquando se dam citas pretendidamente plurais e nacionais como a do 8 de Novembro.

Nesta reuniom membros da Mesa oferecérom umha boa disposiçom face ao futuro na juntança mantida entre ambas organizaçons. Desta reuniom tiramos portanto o que de AGIR entendemos como um compromisso para a inclusom da nossa organizaçom entre os contactos que A Mesa considerará à hora de promover com a maior difussom possível as suas iniciativas.

Queremos sublinhar o facto de ter apostado, sempre que fomos ignorados e ignoradas, polo encontro e o entendimento. AGIR solicitou nestes breves 6 anos de história aderir e colaborar activamente nas citas em que fomos menosprezados e menosprezadas por quem priorizam interesses partidários sobre umha aduzida unidade de forças.

De resto, contra o que muit@s puderem desejar, @s estudantes independentistas nom vamos aproveitar a conjuntura para atacar ninguém. Ao contrário, queremos lançar umha mensagem dirigida ao entendimento no futuro imediato dirigida a dous destinatários:

1- Umha, dirigida a Mesa pola Normalización Lingüística. A esta entidade solicitamos, como já o figemos cara-a-cara, que abandone a política de exclusom practicada estes anos com a nossa organizaçom e saiba tomar em consideraçom o ininterrompido trabalho que AGIR veu fazendo ao longo destes 6 anos de breve história em favor da galeguizaçom do ensino.

Por riba das conhecidas e sás diferenças acreditadas nas estratégias e nas formas de enfrentar o conflito lingüístico nas aulas, achamos inexistente qualquer traço que torne inviável trabalharmos de maos dadas em campanhas como a deste mês. Campanhas que, reiteramos, vincam implicar o maior número possível de activos

2- Outra, dirigida às juventudes nacionalistas de Galiza Nova, CAF e CAE, para lhes lembrar que a cooperaçom com AGIR nesta matéria -a defesa do galego no ensino do País- supom umha possibilidade enriquecedora e, todavia, única, toda vez que nom há hoje em dia organizaçons estudantis que defendam incondicionalmente o nosso idioma nas aulas além de AGIR, CAF e CAE.

Cumpre portanto começar a nos reconhecer mutuamente se nalgumha ocasiom, como foi o caso, quigermos alargar para além das nossas siglas a luita em terrenos de batalha que nos som comuns.

E esta afirmaçom inclui também dialogarmos sem dirigismos de nengumha classe; por nós própri@s; @s estudantes dumha e doutra organizaçom, sem necessidade de tutelas que dem o primeiro passo para nos mirar à cara.