BRIGA, organizaçom juvenil da esquerda independentista

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Actualizada em
14/01/14
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Terrorismo machista tem impunidade em Ponte Vedra

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Especial Comissom Nacional da Mulher

Janeiro de 2010

O número 19 da folha agitativa do Grupo de Base em Ponte Vedra “BRIGA na rua” já está na rua. Desta volta centrado nas violaçons e ataques sexuais silenciados pola Polícia e a Subdelegaçom do governo. Polo seu interesse reproduzimos o seu conteúdo na íntegra:

“Governo espanhol e polícia ocultam múltiplas violaçons. Terrorismo machista tem impunidade em Ponte Vedra”

Recentemente várias violaçons e ataques que sofrérom distintas jovens na cidade de Ponte Vedra fôrom publicadas polos meios de comunicaçom. O primeiro dos assaltos data de Novembro, quando umha mulher foi violada na Av. de Lugo ao voltar do trabalho, umha outra moça conseguiu fugir após fazer-lhe frente ao atacante, e várias mais denunciárom agressons sexuais após serem adormecidas com o uso de drogas.

Esta informaçom só recolhia o testemunho das agredidas, que com grande valentia dérom a conhecer estes factos de enorme gravidade. O secretismo policial é injustificável, e pode permitir novos ataques. As jovens da cidade somos alvo potencial destes ataques, e a ocultaçom do que está a passar só provoca maior indefensom para quem acudimos à Zona todos os fins de semana, com o único objectivo de divertirmo-nos. Nom nos vale a escusa de ocultar para nom criar alarme social: Os médios produzem preocupaçons fictícias quando convém, e as violaçons desde logo nom som umha polémica passageira.

O silenciamento só pode entender-se se quigermos ocultar a ineficácia e desinteresse da Polícia e a Guardia Civil neste tipo de casos. A incompetência à hora de evitar a violência contra as mulheres nom é boa propaganda para o Corpo, assim que optam polo encobrimento. É mais, nem a Cámara Municipal nem a Subdelegaçom do Governo espanhol, responsável última das actuaçon policiais, tenhem feito umha só declaraçom ao respeito. E visto que as violaçons continuam, se tomárom medidas nom servirom de nada em absoluto.

De BRIGA sabemos por própria experiência que mais presença policial nom é igual a mais segurança. A desprotecçom que está a perceber-se para as jovens é um bom exemplo. Por isso exigimos do governo municipal um plano de choque de informaçom e protecçom das vítimas potenciais. Maliá isto, e visto o panorama, albergamos sérias dúvidas de que exista vontade política para elo. Fai-se necessário um processo de auto-organizaçom das mulheres mais conscientes da comarca, que acabe com esta impunidade tolerada polo governo espanhol e a Polícia.

Ver também o especial: Comissom Nacional da Mulher