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Actualizada em
14/01/14
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Concelho de Sam Genjo multa perto dum milhar de jovens

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Especial Ser jovem nom delito

Fevereiro de 2010

O Concelho de Sam Genjo orgulhou-se publicamente da apertura de mais de 884 expedientes a jovens da vila por infracom da normativa municipal antibotelhom. Esta ordenana leva vigente desde o verao passado, e o governo municipal com Catalina Gonzlez cabea informa sobre a suposta utilidade destas medidas repressivas, segundo eles imprescindveis paramanter limpas as praias ou os parques.

O jornalismo retrgrado voltou pr a juventude no olho do furacm criminalizador. A palavraria da convivncia vicinal ria o rio ao sair da boca da alcaldesa do PP, sucessora do mafioso Telmo Martim, e co-responsvel de transformar Sam Genjo numha das vilas com maior ndice de especulaom da Galiza, onde o principal problema nom som as garrafas de licor esparegidas e sim os monstrosos prdios de formigom construidos a 300 metros da praia, e as miles de vivendas vazias. mais, o problema ao que se lhe deveriam dedicar muitas portadas a dessa caste poltica que se lucra a costa das reformas urbansticas que atendem a interesses exclussivamente econmicos.

Mas longe de impulsionar ordenanas municipais que permitam a reconstruom dumha vila em grave crise urbana e ecolgica, os ncleos galegos seguem seqestrados ao antolho dos empresrios da construom, dos refluxos da especulaom imobilliria, da requalificaom ilegal do solo e da corrupom dos grandes partidos (PP, PSOE, BNG).

E no caminho de fazer realidade a delirante construom do levante galego, probem o botelhom, mas sob escussas de pouca solvncia. A delinqncia juvenil umha coarctada para medidas como esta. Nom somos @s jovens trabalhadores quem especulamos em bolsas, despedimos @s operri@s, assinamos EREs e planos urbansticos ou recortamos os direitos laborais. Eis tedes verdadeiros criminais. Em todos esses casos, como no botelhom, somos @s agredid@s, e como tais nom estamos dispostos a assumir a imposiom dum gueto, dumha evacuaom da rua face os mesmos locais de hostelaria onde somos explorados, onde segundo a autoridade adulta, que decide o que fazemos e o que nom, devemos gastar um salrio do que carecemos. A rua nossa, e nom estamos dispost@s a que nos discriminem, agredam e multem polo nosso direito a reunir-nos nela.

De BRIGA esigimos a retirada das multas, e tambm da normativa na sua totalidade, a aprovaom dum plano de cio juvenil alternativo e a reinstauraom do direito suspendido livre circulaom na rua pola noite.

Ver tambm o especial: Ser jovem nom delito