BRIGA, organizaçom juvenil da esquerda independentista

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Actualizada em
14/01/14
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Desemprego juvenil atinge as 40.000 pessoas

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Campanha Tempo de crise, tempo de luita

Março de 2010

A crise do capitalismo está levar à miséria à juventude, que bateu todo recorde histórico ao chegar à arrepiante cifra de 40.000 moç@s desempregad@s. Se há uns meses de BRIGA denunciavamos os grandes patrimónios que a burguesia amassou durante o início da crise, nas próximas semanas faremos o próprio com a elevadíssima taxa de desemprego juvenil.

Assim pois os números cantam. O capitalismo fracassou e continua a fracassar como um modo de produçom que permite satisfazer os direitos mais elementares da humanidade. Um deles é o direito ao trabalho, do qual em 2009 já fôrom 212 milhons de pessoas no mundo as que nom pudérom desenvolver umha actividade que lhes permitisse a subsistência. Na Galiza já som 13 de cada 100 pessoas em idade de trabalhar as que estám desempregadas, por volta das 168.400, manexando os dados que fornecem as instituiçons do sistema que cingem os seus estudos à Galiza das quatro províncias.

Tiverem o talante que tiverem, som os governos de turno quem delimitam os detalhes e executam os planos da ofensiva burguesa. Há só uns dias o lacaio da CEOE José de la Cavada, director de relaçons laborais da organizaçom patronal; adiantava a nova proposta para o contrato juvenil: Desapariçom total da protecçom por desemprego e reduçom a zero das quotas empresariais. Que trabalhassemos desde os 16 anos sob a dictadura da temporariedade e sem possibilidade de defesa jurídica alongando a idade de reforma até os 67 som as medidas que a patronal aplaude, polas que pressiona e chantageia, aguardando que os seus desejos se materialicem finalmente na cacarejada reforma laboral.

Empresários tam “admiráveis e arriscados” como o Adolfo Dominguez, traduzírom o seu éxito da exploraçom sem escrúpulos de centenas de trabalhadores/as em todo o mundo, especialmente jovens, quase que crianças. Mas quando lhes convem desterram-nos às ruas, ao desemprego, a um mundo sem prestaçons sociais, sem futuro.

As contínuas agressons da burguesia à classe trabalhadora, bem sejam em forma de manifestaçons desta calanha, ou venham de pôr em prática por governinhos que já nom ocultam a sua verdadeira face, vam ser contestadas de maneira contundente pola juventude rebelde que acredita num presente e futuro dignos nessa mesma rua à que a diário estamos sendo deitad@s.

Tempo de crise, tempo de luita!!

Ver também a campanha: Tempo de crise, tempo de luita