BRIGA, organizaçom juvenil da esquerda independentista

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Actualizada em
14/01/14
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10 de Março, Dia da classe obreira galega: O capitalismo nom se reforma, destrói-se!

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Campanha Tempo de crise, tempo de luita

Março de 2010

Passárom 38 anos desde que o sangue de dous jovens obreiros queimou as ruas de Ferrol com ódio de classe contra a polícia que os assassinou. O franquismo agoniante contestou a tiros a luita organizada da classe obreira galega, que convocara umha greve geral para defender-se da crise em curso na altura.

Hoje, os mesmos actores seguem no cenário, com um telom de fundo semelhante na forma mas inédito em gravidade: A crise estrutural. O empresariado e a banca espanhóis esigem dinamitar os maltreiros direitos laborais e prestaçons sociais que ainda nos ficam, apertando a corda com mais sanha nos pescoços de jovens e mulheres. Os obedientes governos que os representam preparam esse assalto contra a classe obreira que se chama reforma laboral, imprescindível para manter os seus benefícios e colectivizar os efeitos da crise que provocárom.

Na Galiza, a juventude operária está a sofrer triplamente a crise. Pagamo-la quanto a obreir@s explorad@s pola patronal, e também quanto a membros dumha naçom oprimida, cujos interesses som ignorados por um governo alheio que decide por nós fora das nossas fronteiras. Mas as duríssimas condiçons de trabalho que suportamos devem-se a pertencermos à juventude obreira, um sector social sem voz nem voto, obrigada a trabalhar como animais, calar, e ainda agradecer a exploraçom.

O momento de luita é agora. Se permitimos que o roteiro da patronal seja aplicado, as sucessivas conseqüências da crise serám aplicadas sem piedade sobre nós, elevando a nossa exploraçom a novos níveis para manter o seu nível de vida. O inimigo tem vozeiros (Adolfo Domingues, António Fontenla, Gerardo Diaz Ferrán), organizaçons (CEG, CEOE) e partidos políticos que os representam (PP e PSOE) ou tentam representar (BNG).

De BRIGA apostamos por a convocatória sem mais demora dumha greve geral nacional, que permita deter o retrocesso e preparar um processo de acumulaçom se forças que congele o programa patronal e permita dar passos à frente. É suicida acreditar em mitos como a coesom social, o apertar-se o cinturom ou a recessom passageira. A crise está aqui para ficar, e os direitos que precisamos nom se mendigam, e menos a quem se benefícia da sua carência. Temos de conquistá-los na rua, como bem sabiam Amador e Daniel.

A CRISE NOM SE PAGA, COMBATE-SE!!

AVANTE A GREVE GERAL NACIONAL!!

LUME À BURGUESIA!!

Ver também a campanha: Tempo de crise, tempo de luita