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Actualizada em
14/01/14
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1º de Maio. Nem reforma laboral, nem desemprego juvenil. Canha à patronal!

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Campanha Tempo de crise, tempo de luita

Abril de 2010

A crise continua avançando. As maquilhagens, mentiras mediáticas e hipocrisias dos três partidos políticos maioritários nom som suficientes para manter na sombra as terríveis conseqüências de décadas de especulaçom desenfrenada.

A resposta à convulsom do centro capitalista só aprofundou nas suas feridas: Assalto aos fundos públicos, privatizaçom dos serviços básicos como sanidade e educaçom, recurte traumático do gasto social, subvençom com fundos estatais ao tecido empresarial e bancário, etc.

A especulaçom segue a ser actividade diária, já que a medicina do sistema para o cancro que está a comê-lo foi a mesma que lhe provocou a metástase: O neoliberalismo selvagem. Nom se pode acabar com os especuladores favorecendo a especulaçom.

Na Galiza já somos 40.000 jovens sem trabalho de quase 170.000 trabalhadores/as na rua. Isto nom é sintoma nengum de recuperaçom. A patronal continua a sua onda de pressons, esigindo despido livre e sem restriçons, captando miles de mihons de fundos públicos e mantendo aos trabalhadores/as intimidad@s com a ameaça de EREs e despedimentos. A iminente reforma laboral vai a empregar esta espada de Dámocles como chantagem para roubar-nos direitos, legalizar injustizas, empobrecer à juventude obreira e trabalhadora.

Empregam os seus médios comprados e os seus partidos subvencionados para disfarçar a causa da crise, que nom está no mercado laboral, senom na responsabilidade especuladora de empresas, bancos, caixas, entidades de crédito, asseguradoras, etc; e na corrupçom dos governos que permitirom e impulsionárom a cámbio da sua talhada.

O dia de hoje, o 1º de Maio, comemora o combate, mais de século e médio de conquistas em direitos que agora perigam. Direitos que se conquistárom na rua, com luita, sacrifício e a certeza de que só nós podemos construir o futuro, ninguém vai caminhar no nosso lugar. Nom acreditamos na paz social fictícia na que entre agressom e agressom se nos esige obediência. Nós nom somos submiss@s! Nom aceitamos a imposiçom paternalista do empresário que nos rouba, nem queremos o consenso d@s vencid@s, a ditabranda burguesa que nos vende o reformismo. De BRIGA trabalhamos por construir entre tod@s umha alternativa a este caminho polo que nos obrigam a transitar, o sonho dos povos oprimidos, das mulheres submetidas e das classes exploradas: A alternativa do socialismo possível e material, que aguarda por quem tenha a honradez e a valentia de ir procurá-lo. Hoje, é o dia da Luita.

CONTRA A OFENSIVA DO CAPITAL, LUME À PATRONAL!!!

POLO SINDICALISMO DE CLASSE E A LUITA DA JUVENTUDE OBREIRA!!!

A CRISE ACTUAL, QUE A PAGUE O CAPITAL!!!

Ver também a campanha: Tempo de crise, tempo de luita