BRIGA, organizaçom juvenil da esquerda independentista

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Actualizada em
14/01/14
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OIT: “O desemprego juvenil alcançou o nível mais alto da história”

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Campanha Tempo de crise, tempo de luita

Agosto de 2010

No 12 de Agosto, quando a juventude organizada galega levava no seu pensamento que um dia como esse havia 35 anos assassináram ao jovem Moncho Reboiras, a organizaçom guarda-chuvas do imperialismo internacional, a ONU, “festejava” o seu Dia Internacional da Juventude, que servia à vez para dar começo ao “Ano Internacional da Juventude”.

Como de costume, este tipo de eventos para o único em que realidade servem é para que os organismos e “expertos” ao serviço do capitalismo mundial visibilicem, falem e calculem sobre até que ponto o modo de produçom capitalista é umha máquina de criar de miséria.

Puidemos lêr: “A crise económica afectou @s jovens de jeito desproporcionado, aumentando o desemprego, limitando o acesso à educaçom e recortando os salários d@s que trabalham”. Esta inmelhorável descripçom do fracasso e da actual ofensiva do modelo sócio-económico vigente longe de faze-la umha jovem revolucionária fazia-a o secretário geral da ONU, Ban Ki-moon.

À vez, a Organizaçom Internacional do Trabalho emitia um informe no qual se afirmava que: “O desemprego juvenil alcançou já o nível mais alto na história. Umha taxa mundial que segundo eles seguirá em aumento até o 2011 alcançando o nível histórico do 81,2 milhons, o 13,1%.”

As cifras do sindicalismo amarelo espanhol convertiam ao Estado espanhol no referente inquestionável do desemprego juvenil com um 40,9% no primeiro trimestre do 2010 e do 42%, para o segundo trimestre. Assim desde finais de 2008 destruírom-se arredor de um milhom de postos de trabalho realizados por jovens.

Se temos em conta que acostumam maquilhar os dados para faze-los mais amáveis, os dados estatísticos da situaçom laboral som, polo tanto, ainda mais alarmantes.

Deixando atrás este tipo de informaçom cumpre destacar também o rencente estudo da CIG que reflexava umha taxa de desemprego juvenil galego do 31,9% ao remate do 2009, quando dous anos antes eram do 15,9%. Fazendo especial fincapé no alto índice de temporalidade, do 63% para @s menores de 24 anos e do 42,6% entre 25 e 29 anos e onde o 70,9% dos contratos nom passárom dos 3 meses de duraçom.

Precariedade, emigraçom, trabalho submerso, dependência, discriminaçom... é o nosso presente e o nosso futuro no capitalismo, especialmente numha cojuntura de crise sistémica. Os dados deste empobrecimento nom os inventa a juventude revolucionária galega é o mesmo capitalismo o que nos está dando as provas que nos devem encorajar para organizar-nos e luitar sem descanso até invertir esta tortuosa dinámica da acumulaçom do capital que dia a dia se concentra em cada vez menos maos.

Tempo de crise, tempo de luita!!

AVANTE A GREVE GERAL!!

Ver também a campanha: Tempo de crise, tempo de luita