BRIGA, organiza�om juvenil da esquerda independentista

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Actualizada em
14/01/14
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A juventude independentista organizada em BRIGA participou com cortejo 3M

imagem Maro 2013

A mobilizaom soberanista de 3 de maro abrangeu pola primeira vez sob estes termos de reivindicaom nacional avanada o mundo proveniente do recentemente fraturado BNG. Com a autoexclusom maioritria de Anova, praticamente toda a esquerda nacional galega tomou as ruas da capital conjuntamente num exerccio de confluncia inesperado at h poucos meses.

Mas nom s se reivindicou a necessria ruptura do marco estatal que mantm Galiza submetida a Madrid e Bruxelas. Tambm se ligou, como nom pode ser doutro jeito para a juventude socialista galega, a questom nacional com a social. Os casos de corrupom recentemente feitos pblicos e arejados mediaticamente, as liortas constantes entre segmentos da burguesia por conservar espaos de poder, a imparvel suba do desemprego e da emigraom forosa, a planificada ofensiva machista que recorta direitos sexuais e reprodutivos s mulheres, a ruindade da representaom poltica institucional, a pobreza e a marginalidade como realidades sociais objetivas e em processo de massificaom, etc. Constituem todos estes elementos de desintegraom social que o poder impom sobre o lombo dos e das trabalhadoras para manter as suas taxas de lucro. E que devemos e queremos denunciar e combater.

Como nom podia ser doutro jeito, BRIGA participou no cortejo independentista encabeado pola organizaom poltica NS-Unidade Popular trs umha faixa com a legenda "Espanha a nossa ruina". Tambm ns portvamos umha aludindo a "Que se vaiam todos!".

A histrica mobilizaom soberanista finalizou em Praterias, onde a companheira da Mesa Nacional Eva Cortinhas, junto com outra militante independentista, drom leitura ao manifesto antes de cantar-se o hino nacional e encerrar o ato berrando pola independncia nacional.

A independncia e o papel da juventude galega

Vem-se-nos acima umha avalancha de recortes que mais ou menos conhecemos. A reaom nom se fai esperar. Produzem-se espontneos e isolados saltos de combatividade desesperada. Mas falta autoorganizaom, mobilizaom, e definiom da alternativa que necessitamos.

De Galiza, a nossa achega comea pola defesa intransigente da nossa independncia poltica para construir o socialismo e superar o patriarcado. Os e as galegas de hoje, jovens trabalhadores e trabalhadoras sem grandes perspetivas de futuro, temos que colocar a bandeira galega como sinal de luita popular e revolta nacional contra o imprio dos estados capitalistas em pleno declive histrico.

Sem autoreconhecermo-nos numha ptria obreira nom h naom nem internacionalismo possvel. Os caminhos conduzirm a falsas sadas de regeneraom de estados neoimperialistas no seio da UE como ferramentas de acumulaom do capital, quer forem monrquicas ou republicanas. A nossa missom deve ser rebent-los dando a voz aos povos europeus e o seu direito a decidir que relaons manter entre si.

Sobre estes termos em que sempre se baseou a nossa identidade como juventude revolucionria socialista, feminista e independentista, temos toda um mundo por construir.

A dinmica mobilizadora e criativa nas ruas como espao elementar de reivindicaom, erguendo sem complexos as nossas cores de rebeliom, imprescindvel para tirar a Galiza da dinmica desumana e individualista em que estamos. E marca o caminho a seguir. Berrando alto e forte pola independncia, o socialismo e o feminismo, BRIGA estar, como este domingo, sempre a.
A companheira Eva Cortinhas intervm ao finalizar a mobilizaom

A companheira Eva Cortinhas intervm ao finalizar a mobilizaom