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Actualizada em
14/01/14
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10-M: Paremos a impunidade laboral. A juventude trabalhadora galega por um futuro digno

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Maro de 2006

Concerto em Ferrol com o galho do 10 de Maro ..+
BRIGA assistir manifestaom do 10 de Maro ..+

A juventude trabalhadora tem razons de peso para encontrar-se hoje, no Dia da Classe Obreira Galega, aqui em Trasancos.

A nova etapa do PSOE frente do governo espanhol, e do PSOE-BNG no "governinho" da Junta tenhem mostrado umha incapacidade total para acabar com os males endmicos da juventude, que agora fica em maos do empresariado para que faga connosco o que quiger, sem nengumha alternativa real excepto promessas de governos e sindicatos reformistas, que renuncirom a dar a batalha que hoje, aqui, @s jovens afrontamos.

BRIGA aceita o repto em que se encontra, e reclama-se parte do povo trabalhador, e neste combate que hoje continuamos, reclamamos umhas medidas radicais e de choque, longe de misticismos engebristas e propostas descafeinadas sem contedo real:

1. Exigimos o freio imediato dos acidentes laborais. As mortes de trabalhadoras/es no seu posto de trabalho levam incrementando-se sem descanso nos ltimos dez anos, com 103 operri@s mort@s dos quais a maioria eram menores de 30 anos. Deve-se acabar com a impunidade patronal, acrescentando as inspecons e instaurando penas de prisom para os responsveis da empresa.

2. Reivindicamos um trabalho digno. O paro da juventude galega atinge as quotas mais altas da Galiza, do Estado espanhol e da Europa, especialmente no caso das jovens. A precariedade e a temporalidade (um de cada trs contratos feitos na CAG temporrio) impedem que gocemos desse futuro digno que nos querem vender. Exigimos postos de trabalho estveis, com contratos regularizados e um salrio digno.

3. Denunciamos a discriminaom laboral das mulheres. Existem mais de 45.000 jovens em paro, mais da metade d@s quais som mulheres. Se a situaom laboral trgica para a juventude, a maior parte do ganho que tiram as empresas vem da exploraom das jovens. Deve iniciar-se de imediato umha poltica efectiva de equiparaom salarial e de direitos laborais das mulheres respeito dos homens.

4. Expressamos a nossa repulsa aos planos de repressom contra a juventude. O governo da Junta est a efectivizar os mandatos de Madrid, enchendo escolas de polcias, criando zonas de exclusom para recluir a juventude que fai botelhons, acrescentando o seguimento policial e a vdeo-vigilncia, tratando-nos como se fssemos delinqentes em potncia. Reclamamos a supressom destas medidas, que som o nico plano real que os governos autonmico e estatal reservam para ns.

Hoje, no Dia da Classe Obreira Galega, BRIGA une a sua voz, a sua fora e o seu esforo revolucionrio nom s para que se cumplam estas primeiras medidas de urgncia, mas para a completa emancipaom nacional e social de gnero da Galiza, objectivo para o que a juventude revolucionria seguir a dar a batalha.

Galiza, 10 de Maro de 2006