BRIGA, organiza�om juvenil da esquerda independentista

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Actualizada em
14/01/14
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Militantes de BRIGA pintam de cinças aos responsáveis dos lumes

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Especial Se arde Galiza. Lume contra os responsáveis

Agosto de 2006

Às 14h00 da sexta-feira 18 de Agosto militantes de BRIGA realizarom um acto de protesta em Compostela, diante das oficinas da construtora inmobiliária do grupo Mahia situadas na avenida Rosalia de Castro, em frente das portas do Cámpus Sul.

Durante o mesmo, @s jovens concentrad@s desplegárom umha faixa com a legenda Se Galiza arde, lume aos responsáveis, na qual se podiam ver lapas simbólicas queimando as siglas do PSOE, PP e BNG, assim como os logótipos de construtoras e madeireiras como ACS, FINSA, TECONSA ou ENCE.

Umha vez desplegada a faixa coreárom-se diferentes palavras de ordem contra a nefasta gestiom do governo autonómico durante a catástrofe nacional que vivemos este mês, assim como contra os claros interesses especulativos e empresariais que se podem entrever numha leitura mais profunda na correlaçom de responsabilidades (Andam a queimar, para especular; A razom é a especulaçom; As madeireiras, que plantem carvalheiras; Com a especulaçom, os nossos montes som carbom).

Enquanto as consignas eram repetidas, dous jovens pintárom com cor grís as janelas e a porta das oficinas da construtora MAHIA, umha das mais beneficiadas polos maciços lumes que assolárom as cercanias de Ames, Bertamiráns e outras zonas do extrarrádio compostelám. A seguir, deitárom sobre os vidros pintados vários caldeiros de cinças e restos das árvores calcinadas durante as últimas semanas de lumes provocados.

Com este acto, BRIGA quer denunciar aos principais poderes económicos directamente beneficiados pola queima em 12 dias dum volume de madeira que nom se tala nem durante todo um ano na Comunidade Autónoma Galega (quase nove milhons de metros cúbicos). Hoje mesmo, diferentes médios de comunicaçom recolhiam as declaraçons das madeireiras, que se preparam já a recolher toda a madeira queimada “antes de que se bote a perder”. Diversas organizaçons ecologistas alertárom de que recolhê-la antes do crescimento do mato e os brotes de primaveira terá um impacto ecológico bestial polo lavado do solo exposto.

A nossa organizaçom também assinala com este acto as corresponsabilidades políticas, tanto da gestom do PP durante os 16 anos de governo como da actual Junta nestas semanas de irreparável dano ambiental, pola sua ineptidom à hora de prevêr a situaçom e a sua incompetência no momento de gestioná-la.