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Actualizada em
14/01/14
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Paremos o genocídio do povo palestiniano. O sionismo é o novo nazismo

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Janeiro de 2008

O 18 de Janeiro o Estado de Israel fechava por are, terra e mar a franja de Gaza condenando 1.400.000 palestinian@s a umha crise humanitária sem precedentes. Mais da metade dos centros de saúde se vírom obrigados a fechar por falta de electricidade, nom há comida nem medicamentos e os organismos de ajuda humanitária, dos que dependem para a sua subsistência umha parte importante da populaçom da franja, nom podem operar por falta de combustíveis e por expressa proibiçom do Estado judeu.

A destruiçom do muro da fronteira com Egito, por parte da resistência, só serviu para aliviar em parte a grave situaçom que padece a populaçom palestiana por causa da sistemática estratégia genocida que o sionismo pratica contra a Palestina desde a criaçom do Estado de Israel há agora quase 60 anos. Sessenta anos de expulsons forçosas, roubos de território, matanças criminais ou reclusons em campos de concentraçom nos que o Estado de Israel demonstrou ser o mais eficaz herdeiro do nazismo.

Desde a vitória eleitoral de Hamas há dous anos assistimos a umha gradual intensificaçom de medidas genocidas contra o povo palestiniano. Desde o bloqueio de contas e ajudas económicas para as suas instituiçons até a aceleraçom da construçom do muro do apartheid, passando pola detençom do presidente do parlamento, vários ministros e alcaldes e o bombardeio sistemático contra a populaçom civil que deixou um saldo de 400 mort@s só no último ano.

Enquanto assistimos a umha das maiores crises humanitárias dos últimos anos, a chamada comunidade internacional duvida entre ignorar o sofrimento do povo palestianiano ou apoiar sem reservas as estratégias de extermínio aplicada polo Estado de Israel. A Conferência de Annapolis, que unicamente serviu para apoiar o Estado judeu e implicar a cipaia Autoridade Palestiniana na defesa dos intereses do sionismo, foi umha boa prova da cumplicidade das auto-demoninadas democracias ocidentais na eliminaçom da Palestina.

A gravidade do que hoje está a acontecer na Palestina por causa da política de extermínio aplicada ao Estado de Israel, obriga-nos a nom ficar calad@s. É hora de reaccionar e denunciar o genocidio do povo palestiniano a maos dos novos nazis que já dura demasiado.
BRIGA fai um chamamento à juventude galega a participar nas actividades convocadas para exigir o fim do bloqueio de Gaza e a ocupaçom da Palestina e manter-se vigiantes e denunciar com contundência as entidades financiadas polo Estado judeu que na Galiza realizam proselitismo do sionismo.

Panfleto que será distribuído na mobilizaçom de Compostela

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