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Actualizada em
14/01/14
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Trabalhadoras/es do sector desportivo cumprem 12 dias de greve

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Campanha Tempo de crise, tempo de luita

Fevereiro de 2010

Desde o passado 1 de Fevereiro o conjunto de trabalhadoras e trabalhadores dos clubes e das instalaons desportivas na Galiza estam em greve indefinida. Decisom forada polo reiterado desinteresse da patronal por chegar a um acordo, aps mais de 2 anos de negociaons de um convnio colectivo galego. @s trabalhadores/as, na imensa maioria jovens, reivindicam principalmente aumentos salariais (na actualidade cobram 733 euros ao ms) e uns horrios laborais dignos que superem a actual irregularidade.

A proposta da patronal organizada em Agidega (Associaom de Empresas Gestoras de Instalaons Desportivas da Galiza) respostou aos paros pontoais iniciados fai meses com umha ameaa: O recurte de direitos e para @s contratad@s com melhor situaom laboral, sem modificar a precariedade do resto de trabalhadoras e trabalhadores. Cumpria na letra umha das diversas reclamaons d@s trabalhadores/as, a de um convnio nico e especfico para as instalaons desportivas, mas na prtica reduzindo custes a base de empiorar as condions laborais do conjunto.

Se temos em conta que a maioria dos polidesportivos som de titulariade pblica e as concessons from adjudicadas polos concelhos e pola Junta, evidencia-se que nom s a patronal do sector a que agrede aos/s trabalhadores/as desportivos, mas tambm o governo autonmico, cujas instituions defendem e protegem os intereses das empresas, a expensas dos direitos da classe trabalhadora.

De BRIGA parabenizamos a firmeza ante os mais de 11 dias de greve, e a inteireza d@s protagonistas que nom aceitrom o pr-acordo claudicante do sindicalismo amarelo, ensaiando a ferramenta mais til para atingir melhoras no posto de trabalho, paralizar ERE e frear a ofensiva do capital e as suas conseqncias, a tam preada precariedade laboral omnipresente em todos os centros de trabalho da Galiza.

A LUITA NICO CAMINHO!!

A MELHOR MEDIDA ANTI-CRISE, GREVE GERAL!!!

Ver tambm a campanha: Tempo de crise, tempo de luita