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Actualizada em
14/01/14
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BRIGA respostou em Ferrol ao vozeiro da patronal Adolfo Domingues

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Campanha Tempo de crise, tempo de luita

Fevereiro de 2010

Os mdios de comunicaom recolhiam recentemente as declaraons do empresrio do txtil galego Adolfo Domingues, que entre abraos com Feijoo e aplausos da cpula do PP exigiu do governo espanhol umha agressom imediata e sem concessons aos direitos d@s trabalhadores/as. Uns dias depois, tambm publicavam a resposta da juventude obreira galega na rua: A tenda ferrolana do conhecido empresrio aparecia pintada com as palavras de ordem Canha patronal e Trabalhar at os 67. Explorad@s desde os 16. Lume burguesia!.

Domingues, como empresrio que , esqueceu-se oportunamente no seu discurso da realidade actual de miles de mulheres e jovens galegas que malvivem empregadas nos talheres de costura da sua firma, assim como do resto de trabalhadoras contratadas pola sua empresa em Marrocos, na China e Bangladesh. Nos talheres deste ltimo pas, estas mulheres cobram nada menos que 26 euros mensais, o qual gera gigantescos benefcios para a empresa, alm de evitar as incomodidades com as que se encontra na Galiza para aplicar indntica receita. As numerosas denncias na Inspecom de Trabalho por contrataom ilegal e perseguiom sindical contra a sua empresa som s um exemplo.

Os emprendedores como Domingues nom tenhem a mais mnima vergonha em solicitar o livre despedimento e a elevaom da idade de reforma; porque para os empresrios como ele, as jovens, a juventude; s somos umha cousa: Mais trabalho por menos salrio, dizer, maior benefcio. A nossa misria para eles um dano colateral.

Mas Adolfo Domingues nom foi senom o vozeiro das reivindicaons da patronal, arroupadas polo PP e PSOE, que s dissintem por interesses eleitorais quando na realidade aplicam o mesmo roteiro neoliberal do capitalismo espanhol. A burguesia prepara o desembarco mais grande das ltimas dcadas contra a classe trabalhadora. Ante umha crise destas dimensons, a voracidade destes fabricadores de pobreza para a maioria sobe a novos recordes. Nom podemos acreditar nas velhas mentiras do reformismo, que adiam indefinidamente as melhoras da nossa situaom. hora de reagir, de que a juventude reclame os seus direitos na rua com a fora do nmero e da auto-organizaom. Porque se nom o fazemos, eles nom vam ter a mais mnima piedade em obrigar-nos a pagar a sua avarcia. Qualquer das jovens que trabalham nos talheres clandestinos em Bangla Desh para a prestigiosa marca Adolfo Domingues pode assegur-lo.

TEMPO DE CRISE, TEMPO DE LUITA!

Ver tambm a campanha: Tempo de crise, tempo de luita