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Actualizada em
14/01/14
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“Declaraçom da juventude cubana contra a mentira e o ódio”

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Abril de 2010

A poucos dias da manifestaçom nacional em solidariedade com Cuba e contra a manipulaçom mediática que convoca a “Associaçom Francisco Vilhamil” e apoiada por mais de trinta colectivos galegos, entre eles a nossa organizaçom, achamos de especial interesse reproduzir na íntegra o texto emitido ao final do IX Congresso da Uniom de Jovens Comunistas intitulado “Declaraçom da juventude cubana contra a mentira e o ódio”, em rejeitamento as campanhas das empresas da comunicaçom e a resoluçom do Parlamento Europeu contra Cuba.

Damos portanto a voz ao presente e ao futuro da Revoluçom Cubana, à sua juventude, a qual hoje mais que nunca tem consciência da elevada responsabilidade que os ritmos da luita de classes e do imperialismo lhe depara.

Declaraçom da juventude cubana contra a mentira e o ódio

Há só uns dias, comemoramos o 132 aniversário de que um jovem de mal 33 anos, maior general de humilde estirpe e com tanta força na mente como no braço, levantou a voz da dignidade para desterrar qualquer pretensom de uma Cuba sem independência.

Nessa ocasiom, o nosso Titám de Bronze, Antonio Maceo e Grajales, deixou sentado como um princípio que trascendeu a sua época, a determinaçom de que neste povo jamais se aceitariam ordens, pactos ou exortaçons que impliquem o desprezo às nossas decisons ou à ilusom de nos ver outra vez de joelhos.

No passado dia 11 de Março, quatro dias antes desta efeméride, a necedade de quem se considera com o direito de condenar ou julgar, pariu umha resoluçom contra o nosso país, que nos ofende pola imoralidade, mas nom nos surpreende, porque quem a vai aprovar pouco sabe, e menos ainda lhe interessa saber, a essência real dos nossos assuntos, as nossa conquistas, limitaçons e propostas, a eles basta-lhes com fazerem de peons bem pagos na guerra suja contra Cuba.

A Uniom Europeia deveria ter-se perguntado e perguntar-nos primeiro, antes de proclamar as suas hipocrisias abriantes porque apesar dos problemas, as carências, o golpe dos furacáns e o genocídio quotidiano do bloqueio, que já dura quase 50 anos para nos render por fame, @s jovens cuban@s decidimos continuar avante, dizer-nos as cousas entre revolucionári@s, debatê-las e procurar soluçons que nom impliquem baixar a cabeça e esquecer a história.

Sabemos que estas interrogantes teriam trazido respostas que os inimigos da Revoluçom nom querem escuitar; argumentos que a imprensa ocidental está obrigada a calar, pois a sua liberdade de expressom acaba ali onde começam as nossas verdades.

Nom somos umha juventude contida e presada de ressentimentos e frustraçons, como querem fazer acreditar ao mundo, sabemos distinguir entre autocrítica que contribui para o bem social e a armadilha subtil dos que tendem suas maos cheias de moedas, sem terem limpado delas o sangue a mais de 3.000 cubanos e cubanas assassinad@s em acçons terroristas e de milhares de outras vítimas espalhadas por todo o mundo, o qual inclui a Europa, que esconde sob o desgaste de sua culta imagem, as penas e infortúnios de milhons de jovens e crianças com carências e discriminaçons, para quem jamais haverá resoluçons no Parlamento Europeu, como também nom encontramos as condenas polo injusto encarceramento que sofrem cinco heróis cubanos, verdadeiros luitadores contra o ódio e o terror, a quem se violou os mais elementares direitos nas prisons dos Estados Unidos.

Unimos-nos ao rejeitamento que gerou em toda a ilha e em amplos sectores do mundo este exercício de guerra imperialista, que nom mudou a sua esência, agora com a utilizaçom de formas mais subtis e encobertas de subversome influência psicológica, utilizando campanhas mediáticas dirigidas a justificar os seus planos de agressom divulgar mentiras e construir pretextos, expressons e rancor feroz contra um povo, que está habituado a ser agredido, desde que tomou a sua decisom de ser diferente, a 90 milhas de quem nom tolera a liberdade de sermos diferentes, num claro desdém à verdadeira democracia e respeito entre as naçons.

Os direitos para @s human@s que habitamos este país fôrom garantidos pola primeira vez após o Primeiro de Janeiro de 1959; nem delinqüentes comuns convertidos em suicidas, o qual lamentamos, nem grupelhos com acompanhantes assalariadas conseguirám confundir-nos nem atemorizarnos.

Com as jovens geraçons de cuban@s jamais poderám contar no seu intuito de regressarmos ao passado, os embustes que descaradamente fabricam e que tam agilmente multiplicam os poderosos meios dos imperialismo mundial, nom conseguirám os seus objectivos, nom havemos de ceder perante as suas chantagens. O nosso povo, encabeçado pola juventude, responderá com inteligência e energia, assiste-nos a mais firme convicçom de que defenderemos umha obra maiúscula de justiça e humanidade: Esta Revoluçom cubaníssima; as nossas ruas, bastiom revolucionário e miliciano, só serám tomadas pola alegria das crianças e da juventude, que desfrutamos o privilégio de construir todos os dias, junto aos que figerom possível a esperança, esta história por Cuba e pol@s pobres da terra.